CaroAchei que a resposta 2 e 3 tem textos idênticos em algumas partes o que poderia ser melhorado, caso a ênfase e repetição dos argumentos seja desejada, que seja por meio de outras palavras.Mas é isto que você escreveu é o que eu creio sobre os dízimos e ofertas.São vigentes.E quanto ao fato de no NT eles darem tudo o que tinham, isto a meu ver não é mandamento, mas sim fruto de um impulso piedoso da época e teve seu registro histórico feito em Atos.Hoje quem desejar dar tudo, que o faça, todavia não existe mandamento para isto.Se quiserem legislar a partir de fatos históricos de Atos, então que passem também a escolher pastores pelo sorteio de dados (Só para citar um exemplo).Grande abraço!Não recebi seu e-mail, talvez tenha falhado em vir por endereço errado.
Prezado irmão Jorge,bem abordado o tema. Tenho para mim que essa discussão tem como base aqueles que de maneira alguma contribuem na obra do Senhor. Criticam e procuram justificativa porque não são generosos e disprentenciosos quanto dar e receber. Para os tais receber é mais importante e vital. Para fugirem das acusações de suas mentes querem fracionar a Bíblia porque assim fazendo não se sentem obrigados a contribuir. Creio que o Senhor Jesus sancionou o dízimo sim em Mt. 23:23 "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas." Muitos acham que neste texto Jesus está censurando os fariseus e por isso não fala sobre o dízimo em si. Mesmo sendo uma censura os verbos estão no imperatívo, o que não deixa dúvidas sobre o ato de dizimar. Se Cristo fosse contrário ao dízimo, esta seria uma boa oportunidade para descartá-lo, mas não o fez. Se Cristo cumpriu a lei então foi dizimista automaticamente. As primeiras comunidades cristãs eram compostas por judeus e gentios, o que leva à conclusão óbvia que a maneira de ofertar era o dízimo. De onde os gentios adquiriram o modo certo de ofertas senão pelo exemplo de seus irmãos judeus que compunham com eles as comunidades fé?Parabéns pela abordagem. Simples e factível.Um forte abraço.Em CristoPr. Luiz Fernando
Natan, obrigado, pela advertência. Ao publicar o texto, copiei indevidamente a resposta do ponto 3 no ponto 2, também, o que acabou ficando uma repetição fora de lugar e despropositada. Fiz a correção, e agora o texto está enxuto e sem enrolação ou repetição desnecessária. Valeu pela exortação. Sobre a questão dos cristãos primitivos depositarem tudo aos pés dos apóstolos, concordo com você, não é mandamento, mas bem poderia servir de exemplo para aqueles que não dão nada ao menos darem o mínimo, o dízimo e as ofertas.Sobre a vigência do dízimo e ofertas, estou consigo, elas não prescreveram nem foram abrogadas, então, prevalecem ainda hoje. Ainda não respondi aquele email por conta de problemas na coluna, que têm me impedido de ficar muito tempo sentado e no teclado. Como a resposta demanda "muitas letras", e estou melhorando gradativamente das hérnias de disco, ainda esta semana lhe escreverei, ou, então, responderei com "poucas letras", o que sabe ser difícil... [rsrs].Grande e forte abraço!Cristo o abençoe!
Pr. Luiz Fernando, no áudio da aula, eu utilizo o trecho de Mt 23.23 para justificar a biblicidade do dízimo e o fato do Senhor confirmá-lo, assim como o pastor explica em seu comentário. Parece-me ser um texto irrefutável, especialmente quando Cristo afirma "não omitir aquelas", deixando claramente expresso que os dízimos não deveriam ser desprezados nem relegados, pois encontram-se em pé de igualdade à lei, o juízo, a misericórdia e a fé, não estando abaixo deles, mas sendo consequência direta deles. Ótima lembrança, para quem não se dispuser a ouvir o áudio da aula. Grande e forte abraço!Cristo o abençoe!
Caros O texto de Mateus 23.23 é perfeito e irrefutável para irmãos que entendem que os antigos mandamentos da lei e dos profetas são vigentes naquilo que não foram alterados por Jesus ou pelos apóstolos.TODAVIA, para irmãos antinomianos que entendem que vivem no tempo da graça e que a lei e os profetas em todos os seus aspectos foram somente até João Batista, para estes, o texto em questão não é nem perfeito nem irrefutável, mas somente conveniente aos seus interesses.E eu repudio a “conveniência” de rejeitar o VT como regra de fé, e quando lhes interessa ou é conveniente vão lá buscar base bíblica, como eles fazem com o dízimo.Percebam que no texto em questão, Jesus está falando para judeus, e não para a igreja.Se a antiga lei não é mais vigente, é importante notar que Ele está falando de mandamentos para judeus e não de mandamentos para a igreja, logo, não é texto que valida o dízimo para a igreja, mas sim para judeus.Jesus também disse em outro lugar que as pessoas (judeus) deveriam seguir os ensinamentos dos escribas e fariseus, mas não deveriam seguir seus exemplos. Estes senhores ensinavam, literalmente segundo a lei, que as pessoas deveriam levar partes da escritura em costuras nas suas roupas.Sejam então coerentes os atuais irmãos antinomianos e mandem costurar caixinhas de promessa nos seus ternos....Agora caso se trate de um irmão que acha que a antiga lei ainda é vigente naquilo que Jesus e os apóstolos não alteraram o texto, então é irrelevante para quem Jesus se dirigia, pois a lei é eterna, e Mateus 23.23 é de fato confirmativo em relação ao dízimo, válido e irrefutável.Abraço!
Natan, o foco da postagem são irmãos que, apesar de equivocados, continuam irmãos, mesmo se não considerarem o dízimo como um mandamento para a igreja, e o queiram fazer na forma de ofertas [auxílio eclesiástico]. Por isso, penso que, dizer que um antinominiano seja um irmão, humm... bem, não sei se conhece algum que possa rotulá-lo como tal, eu não conheço, graças a Deus, mas não sei se eu o chamaria de irmão, pois penso que ele está equivocado em muitos aspectos e em aspectos fundamentais à fé cristã. É possível que um irmão seja antinominiano e reconheça o senhorio de Cristo em sua vida, mas, ao menos no padrão que tenho lido e de depoimentos que tenho acompanhado, a maioria deles querem ser crentes livres de tudo, inclusive, do próprio Deus. Não pode segurá-los em sua independência, nem mesmo Deus [ao ver deles]. Muitos são universalistas; e quase todos abusam da graça de Cristo, e a exortação do apóstolo é de que os tais são dignos de morte. E não sou louco de contrariá-lo...Aos antinominianos, nenhum texto é bom o suficiente para demovê-los de seus equívocos, então, eles não passarão por aqui, acho.No mais, um grande abrarço, meu irmão e amigo!Cristo o abençoe!
O que é mais importante Praticar a justiça, a misericórdia e a fidelidade ou dar dinheiro? Quais são os preceitos mais importantes da lei quais são segundo o texto?
João Augusto, a resposta é: todos! Um não exclui os outros e vice-versa. E vou lhe dizer uma coisa, se faltar um deles, os outros, certamente, não são também importantes para a pessoa; e ela falhará em tudo, pensando estar certa em algo. Cristo o abençoe!
O ARTIGO 5 DESSE TEXTO DIZ QUE O DIZIMO NAO FOI REVOGADO NO NOVO TESTAMENTO. ENTAO TODOS OS PASTORES QUE RECEBEM DIZIMOS ESTAO ROUBANDO OS LEVITAS PORQUE NUM.18:21 DIZ QUE TODOS OS DIZIMOS PERTENCEM AOS LEVITAS E JESUS EM MATEUS 23:23 NAO MUDA A FORMA DE PAGAMENTO NEM QUEM DEVERIA RECEBER.
Macleito, Somente agora vi o seu questionamento. Primeiro, levitas eram os sacerdotes e aqueles encarregados de realizar todos os trabalhos no templo ou no tabernáculo (incluindo limpeza, louvor, sacrifícios, etc) . As pessoas se enganam quando imaginam os levitas como bons "vivans" da música. Segundo, os dízimos eram para Deus, para o louvor e culto do Senhor. Quem os administravam eram os levitas, mas não eram para eles, ainda que eles fossem sustentados pelo dízimo. Basta ter um conhecimento adequado da Escritura para entender isso. Terceiro, como está escrito em Malaquias, o dizimo é do Senhor, e quem o sonega, o faz de DeusAbraco.
Complementando, Os pastores não recebem dízimos, que são de Deus. Eles são administrados pela igreja que se encarrega de sustentar o seu pastor, entre outras tantas finalidades. Portanto, sua afirmação e colocação são despropositadas e sem fundamento bíblico.
Caro
ResponderExcluirAchei que a resposta 2 e 3 tem textos idênticos em algumas partes o que poderia ser melhorado, caso a ênfase e repetição dos argumentos seja desejada, que seja por meio de outras palavras.
Mas é isto que você escreveu é o que eu creio sobre os dízimos e ofertas.
São vigentes.
E quanto ao fato de no NT eles darem tudo o que tinham, isto a meu ver não é mandamento, mas sim fruto de um impulso piedoso da época e teve seu registro histórico feito em Atos.
Hoje quem desejar dar tudo, que o faça, todavia não existe mandamento para isto.
Se quiserem legislar a partir de fatos históricos de Atos, então que passem também a escolher pastores pelo sorteio de dados (Só para citar um exemplo).
Grande abraço!
Não recebi seu e-mail, talvez tenha falhado em vir por endereço errado.
Prezado irmão Jorge,
ResponderExcluirbem abordado o tema. Tenho para mim que essa discussão tem como base aqueles que de maneira alguma contribuem na obra do Senhor. Criticam e procuram justificativa porque não são generosos e disprentenciosos quanto dar e receber. Para os tais receber é mais importante e vital. Para fugirem das acusações de suas mentes querem fracionar a Bíblia porque assim fazendo não se sentem obrigados a contribuir. Creio que o Senhor Jesus sancionou o dízimo sim em Mt. 23:23 "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas." Muitos acham que neste texto Jesus está censurando os fariseus e por isso não fala sobre o dízimo em si. Mesmo sendo uma censura os verbos estão no imperatívo, o que não deixa dúvidas sobre o ato de dizimar. Se Cristo fosse contrário ao dízimo, esta seria uma boa oportunidade para descartá-lo, mas não o fez. Se Cristo cumpriu a lei então foi dizimista automaticamente. As primeiras comunidades cristãs eram compostas por judeus e gentios, o que leva à conclusão óbvia que a maneira de ofertar era o dízimo. De onde os gentios adquiriram o modo certo de ofertas senão pelo exemplo de seus irmãos judeus que compunham com eles as comunidades fé?
Parabéns pela abordagem. Simples e factível.
Um forte abraço.
Em Cristo
Pr. Luiz Fernando
Natan,
ResponderExcluirobrigado, pela advertência. Ao publicar o texto, copiei indevidamente a resposta do ponto 3 no ponto 2, também, o que acabou ficando uma repetição fora de lugar e despropositada. Fiz a correção, e agora o texto está enxuto e sem enrolação ou repetição desnecessária. Valeu pela exortação.
Sobre a questão dos cristãos primitivos depositarem tudo aos pés dos apóstolos, concordo com você, não é mandamento, mas bem poderia servir de exemplo para aqueles que não dão nada ao menos darem o mínimo, o dízimo e as ofertas.
Sobre a vigência do dízimo e ofertas, estou consigo, elas não prescreveram nem foram abrogadas, então, prevalecem ainda hoje.
Ainda não respondi aquele email por conta de problemas na coluna, que têm me impedido de ficar muito tempo sentado e no teclado. Como a resposta demanda "muitas letras", e estou melhorando gradativamente das hérnias de disco, ainda esta semana lhe escreverei, ou, então, responderei com "poucas letras", o que sabe ser difícil... [rsrs].
Grande e forte abraço!
Cristo o abençoe!
Pr. Luiz Fernando,
ResponderExcluirno áudio da aula, eu utilizo o trecho de Mt 23.23 para justificar a biblicidade do dízimo e o fato do Senhor confirmá-lo, assim como o pastor explica em seu comentário. Parece-me ser um texto irrefutável, especialmente quando Cristo afirma "não omitir aquelas", deixando claramente expresso que os dízimos não deveriam ser desprezados nem relegados, pois encontram-se em pé de igualdade à lei, o juízo, a misericórdia e a fé, não estando abaixo deles, mas sendo consequência direta deles.
Ótima lembrança, para quem não se dispuser a ouvir o áudio da aula.
Grande e forte abraço!
Cristo o abençoe!
Caros
ResponderExcluirO texto de Mateus 23.23 é perfeito e irrefutável para irmãos que entendem que os antigos mandamentos da lei e dos profetas são vigentes naquilo que não foram alterados por Jesus ou pelos apóstolos.
TODAVIA, para irmãos antinomianos que entendem que vivem no tempo da graça e que a lei e os profetas em todos os seus aspectos foram somente até João Batista, para estes, o texto em questão não é nem perfeito nem irrefutável, mas somente conveniente aos seus interesses.
E eu repudio a “conveniência” de rejeitar o VT como regra de fé, e quando lhes interessa ou é conveniente vão lá buscar base bíblica, como eles fazem com o dízimo.
Percebam que no texto em questão, Jesus está falando para judeus, e não para a igreja.
Se a antiga lei não é mais vigente, é importante notar que Ele está falando de mandamentos para judeus e não de mandamentos para a igreja, logo, não é texto que valida o dízimo para a igreja, mas sim para judeus.
Jesus também disse em outro lugar que as pessoas (judeus) deveriam seguir os ensinamentos dos escribas e fariseus, mas não deveriam seguir seus exemplos.
Estes senhores ensinavam, literalmente segundo a lei, que as pessoas deveriam levar partes da escritura em costuras nas suas roupas.
Sejam então coerentes os atuais irmãos antinomianos e mandem costurar caixinhas de promessa nos seus ternos....
Agora caso se trate de um irmão que acha que a antiga lei ainda é vigente naquilo que Jesus e os apóstolos não alteraram o texto, então é irrelevante para quem Jesus se dirigia, pois a lei é eterna, e Mateus 23.23 é de fato confirmativo em relação ao dízimo, válido e irrefutável.
Abraço!
Natan,
ResponderExcluiro foco da postagem são irmãos que, apesar de equivocados, continuam irmãos, mesmo se não considerarem o dízimo como um mandamento para a igreja, e o queiram fazer na forma de ofertas [auxílio eclesiástico]. Por isso, penso que, dizer que um antinominiano seja um irmão, humm... bem, não sei se conhece algum que possa rotulá-lo como tal, eu não conheço, graças a Deus, mas não sei se eu o chamaria de irmão, pois penso que ele está equivocado em muitos aspectos e em aspectos fundamentais à fé cristã.
É possível que um irmão seja antinominiano e reconheça o senhorio de Cristo em sua vida, mas, ao menos no padrão que tenho lido e de depoimentos que tenho acompanhado, a maioria deles querem ser crentes livres de tudo, inclusive, do próprio Deus. Não pode segurá-los em sua independência, nem mesmo Deus [ao ver deles]. Muitos são universalistas; e quase todos abusam da graça de Cristo, e a exortação do apóstolo é de que os tais são dignos de morte. E não sou louco de contrariá-lo...
Aos antinominianos, nenhum texto é bom o suficiente para demovê-los de seus equívocos, então, eles não passarão por aqui, acho.
No mais, um grande abrarço, meu irmão e amigo!
Cristo o abençoe!
O que é mais importante Praticar a justiça, a misericórdia e a fidelidade ou dar dinheiro? Quais são os preceitos mais importantes da lei quais são segundo o texto?
ResponderExcluirJoão Augusto,
ResponderExcluira resposta é: todos! Um não exclui os outros e vice-versa. E vou lhe dizer uma coisa, se faltar um deles, os outros, certamente, não são também importantes para a pessoa; e ela falhará em tudo, pensando estar certa em algo.
Cristo o abençoe!
O ARTIGO 5 DESSE TEXTO DIZ QUE O DIZIMO NAO FOI REVOGADO NO NOVO TESTAMENTO. ENTAO TODOS OS PASTORES QUE RECEBEM DIZIMOS ESTAO ROUBANDO OS LEVITAS PORQUE NUM.18:21 DIZ QUE TODOS OS DIZIMOS PERTENCEM AOS LEVITAS E JESUS EM MATEUS 23:23 NAO MUDA A FORMA DE PAGAMENTO NEM QUEM DEVERIA RECEBER.
ResponderExcluirMacleito,
ResponderExcluirSomente agora vi o seu questionamento.
Primeiro, levitas eram os sacerdotes e aqueles encarregados de realizar todos os trabalhos no templo ou no tabernáculo (incluindo limpeza, louvor, sacrifícios, etc) . As pessoas se enganam quando imaginam os levitas como bons "vivans" da música.
Segundo, os dízimos eram para Deus, para o louvor e culto do Senhor. Quem os administravam eram os levitas, mas não eram para eles, ainda que eles fossem sustentados pelo dízimo. Basta ter um conhecimento adequado da Escritura para entender isso.
Terceiro, como está escrito em Malaquias, o dizimo é do Senhor, e quem o sonega, o faz de Deus
Abraco.
Complementando,
ResponderExcluirOs pastores não recebem dízimos, que são de Deus. Eles são administrados pela igreja que se encarrega de sustentar o seu pastor, entre outras tantas finalidades.
Portanto, sua afirmação e colocação são despropositadas e sem fundamento bíblico.
Complementando,
ResponderExcluirOs pastores não recebem dízimos, que são de Deus. Eles são administrados pela igreja que se encarrega de sustentar o seu pastor, entre outras tantas finalidades.
Portanto, sua afirmação e colocação são despropositadas e sem fundamento bíblico.
Macleito,
ResponderExcluirSomente agora vi o seu questionamento.
Primeiro, levitas eram os sacerdotes e aqueles encarregados de realizar todos os trabalhos no templo ou no tabernáculo (incluindo limpeza, louvor, sacrifícios, etc) . As pessoas se enganam quando imaginam os levitas como bons "vivans" da música.
Segundo, os dízimos eram para Deus, para o louvor e culto do Senhor. Quem os administravam eram os levitas, mas não eram para eles, ainda que eles fossem sustentados pelo dízimo. Basta ter um conhecimento adequado da Escritura para entender isso.
Terceiro, como está escrito em Malaquias, o dizimo é do Senhor, e quem o sonega, o faz de Deus
Abraco.