Amigo,Por esse parágrafo,"Se atentarmos para as circunstâncias daquele momento histórico, perseguições, apedrejamentos, prisões e mortes, simplesmente pelo fato de professar a fé em Cristo e proclamar as suas boas-novas, havemos de entender a situação de angústia, sofrimento e dor pelas quais os irmãos eram provados. Por isso, acredito que havia um dom especial de fé, de levar à fé outros irmãos, de estimulá-los a crer nas promessas do Evangelho, na esperança, na qual toda a igreja deveria comungar, nos momentos emergenciais, de forma que essa fé servia como consolo, mas igualmente era uma "força motriz" na intercessão junto a Deus por aqueles que eram afligidos pelos inimigos e que se sentiam "fracos na fé" [Rm 14.1]. Certamente eram irmãos que, com o dom especial de fé, auxiliavam e sustentavam os débeis [1Ts 5.14], suportando as suas fraquezas [Rm 15.1-2]'. Você parece tornar uma passagem das Escrituras existencial, ou seja, cincunscrita ao tempo e às pessoas para as quais o texto foi originalmente destinado. Isso não seria uma conclusão apenas sustentada pela pressuposição de que os dons cessaram, sem que haja no texto ou contexto uma razão clara pela qual possamos afirmar que esta fé caducou tal qual os dons com os quais ela estava relacionada? Ainda, se o sofrimento em demasia justificou a fé que não mais existe, será que sofrimentos semelhantes pelos quais passam cristãos no oriente, não justificaria sua contemporaneidade? Algo fora dessas conclusões que são levadas adiante pela pressuposição cessacionalista, poderia ser objetivamente validado, por meio de uma contundente prova extraída diretamente do texto? Essa fé, segundo o texto, tal qual os dons espirituais, realmente cessaram?Que Cristo nos abençoe, para podermos servi-lo fielmente.Abraços.
Grande Mizael!Se atentar para o texto, verá que eu falo de três tipos de fé, uma que produz milagres, outra que possibilita fortalecer os irmãos que passam por dificuldades e sofrimento e outra que nos possibilita a viver uma vida cristã e sermos moldados à imagem de Cristo. No primeiro caso, a fé que produz os milagres como o citado da expulsão dos demônios, não existe mais. As outras duas são e estarão sempre com os crentes, em todas as eras. Portanto, eu não disse que a fé que nos capacita a auxiliar e fortalecer os mais fracos estava circunscrita ao período apostólico. Entendo que a brevidade do texto o deixou com algumas lacunas, que não foram detalhadamente explicadas, talvez, por isso, o seu questionamento. Falha minha! No áudio da aula, esses pontos estão bem mais clarificados. Obrigado, por seu comentário, por dar-me a possibilidade de explicar melhor o que não foi bem descrito. Se ainda não o satisfizer, estou à disposição. Um grande e forte abraço!Cristo o abençoe!
Amigo,
ResponderExcluirPor esse parágrafo,
"Se atentarmos para as circunstâncias daquele momento histórico, perseguições, apedrejamentos, prisões e mortes, simplesmente pelo fato de professar a fé em Cristo e proclamar as suas boas-novas, havemos de entender a situação de angústia, sofrimento e dor pelas quais os irmãos eram provados. Por isso, acredito que havia um dom especial de fé, de levar à fé outros irmãos, de estimulá-los a crer nas promessas do Evangelho, na esperança, na qual toda a igreja deveria comungar, nos momentos emergenciais, de forma que essa fé servia como consolo, mas igualmente era uma "força motriz" na intercessão junto a Deus por aqueles que eram afligidos pelos inimigos e que se sentiam "fracos na fé" [Rm 14.1]. Certamente eram irmãos que, com o dom especial de fé, auxiliavam e sustentavam os débeis [1Ts 5.14], suportando as suas fraquezas [Rm 15.1-2]'.
Você parece tornar uma passagem das Escrituras existencial, ou seja, cincunscrita ao tempo e às pessoas para as quais o texto foi originalmente destinado. Isso não seria uma conclusão apenas sustentada pela pressuposição de que os dons cessaram, sem que haja no texto ou contexto uma razão clara pela qual possamos afirmar que esta fé caducou tal qual os dons com os quais ela estava relacionada?
Ainda, se o sofrimento em demasia justificou a fé que não mais existe, será que sofrimentos semelhantes pelos quais passam cristãos no oriente, não justificaria sua contemporaneidade? Algo fora dessas conclusões que são levadas adiante pela pressuposição cessacionalista, poderia ser objetivamente validado, por meio de uma contundente prova extraída diretamente do texto? Essa fé, segundo o texto, tal qual os dons espirituais, realmente cessaram?
Que Cristo nos abençoe, para podermos servi-lo fielmente.
Abraços.
Grande Mizael!
ResponderExcluirSe atentar para o texto, verá que eu falo de três tipos de fé, uma que produz milagres, outra que possibilita fortalecer os irmãos que passam por dificuldades e sofrimento e outra que nos possibilita a viver uma vida cristã e sermos moldados à imagem de Cristo. No primeiro caso, a fé que produz os milagres como o citado da expulsão dos demônios, não existe mais. As outras duas são e estarão sempre com os crentes, em todas as eras. Portanto, eu não disse que a fé que nos capacita a auxiliar e fortalecer os mais fracos estava circunscrita ao período apostólico.
Entendo que a brevidade do texto o deixou com algumas lacunas, que não foram detalhadamente explicadas, talvez, por isso, o seu questionamento. Falha minha! No áudio da aula, esses pontos estão bem mais clarificados.
Obrigado, por seu comentário, por dar-me a possibilidade de explicar melhor o que não foi bem descrito. Se ainda não o satisfizer, estou à disposição.
Um grande e forte abraço!
Cristo o abençoe!